sexta-feira, 30 de abril de 2010

extra, extra!!!!!!



Finalmente!
Este é o primeiro jornal de circulação interna da Faculdade Dulcina de Moraes. O projeto gráfico é meu, incluindo nisso as ilustrações e a diagramação! Ufffa! muito trabalho, mas valeu muito a pena ter feito.
Clik na imagem para ampliar e ver os detalhes.

arte e política em cartaz


Trabalhando como designer gráfica do Espaço Cultural Marcantonio Vilaça (TCU) tive a oportunidade de acompanhar a produção desta exposição, por isso indico a todos que estiverem em Brasília no periodo que estará em cartaz. Vale muito dar uma passada e sacar um pouco de como os 34 artistas e/ou coletivos participantes travaram um diálogo com o espaço da cidade e seus pormenores, especialmente pelo viés arte-política. Alguns artistas e obras estão representados apenas por fotos, vídeos e/ou documentos uma vez que seus trabalhos eram de caráter efemero e deles só restam os registros e as consequências de suas ações na vida da cidade.
Entre os trabalhos participantes, podemos ver trabalhos da década de 60, como os de Cildo Meireles e Nelson Leirner. E ainda, A Sinfonia das Diretas, com música de Jorge Antunes e poemas de Tetê Catalão, foi escrita para um declamador, uma orquestra de automóveis tocando buzinas, um coral e instrumentos. A obra teve duração de 40 minutos juntou uma orquestra de 300 automóveis e um grupo musical, para o comício que reuniu 30.000 pessoas no dia 1º de junho de 1984. Imperdível!

Na imagem voce encontra as informações de quando e onde. É só ampliar!

terça-feira, 27 de abril de 2010

outras histórias



estudo para uma história inspirada em Dom Quixote de La Mancha

segunda-feira, 26 de abril de 2010

atelier


pintura acrilica s/ tela

fui selecionada no Salão do Sesc de Brasília de 2008 com este trabalho, agora ele pertence a meu amigo Marcelo Araujo.

Bendita festa


convite criado para Bendito Suco com os personagens do artista Nemm Soares

sexta-feira, 23 de abril de 2010

rabisco


vai ficar tudo bem

Brasília tipo assim


em homenagem aos seus 50 anos

e por falar em tipografia




Como transmitir não-verbalmente a atmosfera de uma mensagem? como dar expressão a uma frase? em que "tom" aquilo que está escrito em um cataz está sendo dito?
A tipografia está presente em todos os lugares onde haja escrita e por meio dela é possível identificar além do código verbal outras mensagens transmitidas pelo desenho das letras (ou tipos, na linguagem do design).
Quando faz uso da tipografia o designer gráfico se preocupa com a escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, atento para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página.
Este é um dos meus temas preferidos dentro do design. Por isso irei postar aqui constantemente criações gráficas com forte apelo tipografico.

E por falar nisso...
A revista Tupigrafia é a publicação que se dedica a mostrar a produção nacional do design tipográfico brasileiro e suas manifestações no design gráfico e na cultura em geral. Também trata do tema dentro do cenário internacional.
Os editores defendem o uso dos recursos tipográficos como "forma indispensável para garantir a expressividade de peças gráficas e levar o leitor à correta identificação e assimilação do conteúdo de uma obra editorial".

mais de Millor


triângulo passional


O Ministério da Saúde previne: O cigarro mata, e, morto, você não pode mais fumar. Millor




                                                   Saiba mais sobre Millor Fernandes.

dois talentos







desenho de Millor para ABCdário


Quando dois talentos se unem, dá nisso!
 
Millor Fernandes é desenhista, cartunista, escritor e humorista. Acredito que quem é brasileiro é familiarizado com seu traço e seu humor genial.  
Cláudio Rocha é designer grafico e editor da revista Tupigrafia junto com Tony de Marco. Também é autor dos títulos Projeto tipográfico - Análise e produção de fontes digitais da coleção Qual é o seu tipo

Cláudio Rocha criou fonte a Persplexitiva para a assinatura de Millôr Fernandes em artigos de jornais e revistas. O resultado desta parceria é este que voces podem ver.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

a respeito de um designer brasileiro (da melhor qualidade!)





projetos gráficos de Rico Lins para Brasil em cartaz, com a celebre frase de Helio Oiticica e para Jazz Sinfônica.

RICO LINS

Um dos mais conhecidos designers brasileiros o carioca Rico Lins retornou ao Brasil há apenas dois anos. Ele trabalhou no exterior desde 1979., mas nem por isso perdeu as raízes nem o jeito brasileiro. O primeiro contato de Rico com o design aconteceu ainda na escola. Uma mini agência de publicidade e a atração pela imagem e pela organização espacial consolidaram a opção adolescente pela faculdade de Comunicação Visual, na ESDI, no Rio de Janeiro em 1973. Lidar com a imagem, na forma de fotografia, desenho animado ou filme e o contato com projetos e professores da escola vanguardista impulsionaram Rico em seus primeiros trabalhos de ilustração. Em 1979, Rico começou uma pós-graduação em artes plásticas, na Université de Paris, sem conseguir uma bolsa ele largou o curso pela metade. Continuou em Paris por mais seis anos, colaborou com jornais e revistas francesas, como Le Monde e o Libération, além de criar ilustrações para livros infantis. Atrás de novas experiência e disposto a apronfundar-se em seu trabalho, mudou-se para Londres em 1986, onde completou o mestrado.

Também foi lá que Rico encontrou um de seus maiores desafios: ilustração para livros destinados a crianças cegas, ou com problemas de liguaguem, percepção e cognição. Algum tempo depois Rico foi convidado para trabalhar no Studio Dumbar, na Holanda e ao mesmo tempo, para ser diretor de arte na CBS Record em Nova York. Rico então optou por Nova York porque lá oferecia um atrativo do "novo mundo" e abria um leque de oportunidades. Rico teve bons clientes como: a MTV Networks, as gravadoras Polygram e RCA e as revistas como Times, e os jornais The Washinton Post e the New York Times. Rico diz nunca ter perdido o contato com o Brasil, ele fez questão de manter a ponte através de exposições, workshops e projetos que envolviam artistas de fora do país. Seus trabalhos estão no acervo do Musée de L`affiche et de lê Publicité, em Paris e do Museo de Arte Conteporânea de São Paulo

in Dsign
[ revista virtual de designer gráfico ]

terça-feira, 20 de abril de 2010

mario gogh


mário gogh ou mário jr (para os chegados) é ilustrador de mão cheia. Mora em Brasília, estudou na Faculdade Dulcina de Moraes (2005/2009), já publicou alguns trabalhos na revista zupi 
Este desenho eu ganhei dele quando ainda estudavamos juntos.



como direi?


segunda-feira, 19 de abril de 2010

3ª edição do Moviola


3ª edição do MOVIOLA comemora os
 50 anos do Cine Brasília.

Cine Brasília 20 de abril de 2010, as 19h
Entrada Franca!
Veja a programação completa no blog:


A primeira edição, realizada no dia 18 de abril de 2008, foi dedicada ao aniversário da cidade. A intenção é fomentar o diálogo do cinema nacional com o público da cidade e dar visibilidade aos curtas-metragens.
Sem fins lucrativos, o evento conta com a participação voluntaria de artistas da cidade.
Desde 2008 a organização do evento utiliza a logo que eu criei por ocasião da 1º edição.

Veja outras versões criadas para logo:




Cecília Meireles em Batuque, samba e macumba



 


Conhecida como poetisa, Cecília Meireles merece ser lembrada também como pintora e desenhista. Os desenhos acima são parte de uma série de estudos realizados por ela, entre os anos de 1926 e 1934. Produzidos em aquarela, nanquim, e crayon, revelavam sua sensibilidade além das palavras e dos versos.

Os desenhos desta série foram organizados e publicados sob o título “Batuque, samba e macumba”. O ano de sua primeira exposição, 1933,  mas este trabalho, na forma de livro, só aconteceu em 2003, quando foi lançado pela Editora Martins Fontes, sob o mesmo título. Foi através desta publicação que tive acesso aos seus desenhos, que até então desconhecia.

Interessante notar como ela expressa a música e a gestualidade tão próprias do brasileiro por meio de seus traços. Suas pinturas tem movimento e leveza da mesma forma que seus poemas tem musicalidade e ritmo.

Gráfica cubana e Eduardo Muñoz





EDUARDO MUÑOZ BACHS nasceu na Espanha em 1937 e morreu em Cuba em 2001. Importante ilustrador e gráfico, integrante do grupo de artistas cubanos que modernizaram o cartaz a partir da Revolução. Seus principais trabalhos graficos foram cartazes para os filmes produzidos pelo ICAI Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográfica.

Nota-se no trabalho de Muñoz e de outros artistas graficos cubanos um sentido estético que se desprende da função pura de divulgar o filme em cartaz, vai muito além disto, em termos de qualidade plástica. Talvez por ser Cuba um país fechado à economia capitalista, a independência em relação ao mercado proporcionou aos artistas maior liberdade para criar.
A escola cubana de cartazes remonta a própria historia desta linguagem, utilizando-se de uma técnica absolutamente artesanal: a serigrafia, e alcançando com ela uma grande riqueza formal e de cores e, mais especialmente, de texturas. Um dos principios da criação era eliminar as frases comerciais dentro do cartaz, limitando a informação para o público essencialmente ao título do filme e à ficha técnica mais importante.
Segundo Rui de Oliveira, professor de Desenho Industrial da UFRJ, o grande ensinamento que estes cartazes nos passam, é o de que não há o decantado prodígio tecnológico se não houver o talento do artista e sua capacidade de representação figurativa, “é justamente essa riqueza gráfica, este virtuosismo do desenho e da ideia que nos encantam nestes cartazes”,

Alguns cartazes de Muñoz estiveram na Caixa Cultural de Brasília durante a exposição CARTAZES CUBANOS, UM OLHAR SOBRE O CINEMA MUNDIAL.
 
Abaixo um link para galeria de cartazes de Muñoz:
 
*Alem de cartazista, Muñoz foi ilustrador de livros infantis:
http://www.artofcuba.com/buttons/illustrations.html